terça-feira, 24 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Bom de ver: Walter Firmo no Afro Brasil
Marina Montini, musa de Di CavalcantiEstá em cartaz no Museu Afro Brasil a exposição "Walter Firmo em Preto e Branco", que reúne 60 imagens do carioca que já fotografou de Arthur Bispo do Rosário a Bob Marley, passando por Pixinguinha, Cartola e Madame Satã. Junto com a mostra, ele lança um livro "Brasil - Imagens da Terra e do Povo", com 260 fotos selecionadas por Emanoel Araujo, diretor-curador do museu.
MUSEU AFRO BRASIL
ONDE: Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, parque do Ibirapuera, portão 10, tel.: 0/XX/11/5579-0593, museuafrobrasil.com.br
QUANDO: Abre na quinta (20.11). De terça a domingo, das 10h às 17h.
QUANTO: Grátis
sexta-feira, 20 de março de 2009
Bom de ouvir: Cris Aflalo

Quatro anos depois de lançar o seu primeiro e elogiado cd, "Só Xerêm", Cris Aflalo reaparece no cenário musical com seu novo disco "Quase Tudo Dá".
Produzido a quatro mãos, por Luiz Waack e pela própria cantora, esse novo trabalho vem mostrar a Cris no seu tempo, com todas as suas influências misturadas, mas sem jamais perder a alegria e a brejeirice singela e brasileira do disco anterior.
Orgânico e sem modismos, o swingado cd traz releituras de composições de Arnaldo Antunes, Carlos Careqa, Lula Queiroga, Gilberto Gil e Caetano Veloso, entre outros, e ainda marca a estréia de Cris como compositora.
Veja/ ouça
Mais informações sobre a Cris
quarta-feira, 18 de março de 2009
Comovente, inspirador


Conheci Andrea Del Fuego no maravilhoso Entrelinhas, da Cultura.
Ao tentar saber mais sobre ela, encontrei seu blog, e nele um postdesconcertante, que reproduzo:
Nó desatado - Tays Lourenço
Você está em casa pensando nos livros que escreveu e escreve, nos que demoram ou nunca serão publicados. Nos que serão publicados e não serão lidos. Nos que serão lidos e não serão bons. Nos que serão bons e não serão distribuídos. Na coisa toda. No blog como o que resta e deve ser fortalecido e talvez não tenha que ser feito para conter a força que nos interessa, os livros.
E então recebo esse livro da Thays Lourenço, uma leitora de Goiânia, ela acompanha esse blog e seguiu a mininovela Nó que publiquei aqui há algum tempo. O que era post ela transformou em livro de um único exemplar e me enviou.
Preste atenção, o post virou livro não pelo autor do blog, mas pela leitora. A leitora envia o único exemplar para a autora do blog. A autora fotografa o livro e faz dele um... post.
Caso fosse sonho eu o interpretaria assim: a materialização de suas forças se dão longe de você, mas você as alcança adiante.
Caso fosse um I-Ching, assim: a força que foi enviada para uma plataforma julgada frágil ricocheteia no que é rígido (a sensibilidade da leitora) e volta com a força inicial de quem a desprendeu mais a força do outro. A força desprendida, quando solta, ganha corpo e aumenta. O que se sopra, quando volta, ainda não está no fim.
Eu sei o que dizer, a Thays sonha como eu. Thays, OBRIGADA!
Comentário: O mal venceu, mas pessoas como Andrea e Thays nos dão a impressão de que a batalha ainda vale a pena.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Esta Velha Angústia
Fernando Pessoa
Esta velha angústia,
Esta angústia que trago há séculos em mim,
Transbordou da vasilha,
Em lágrimas, em grandes imaginações,
Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror,
Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.
Transbordou.
Mal sei como conduzir-me na vida
Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma!
Se ao menos endoidecesse deveras!
Mas não: é este estar entre,
Este quase,
Este poder ser que...,
Isto.
Um internado num manicômio é, ao menos, alguém,
Eu sou um internado num manicômio sem manicômio.
Estou doido a frio,
Estou lúcido e louco,
Estou alheio a tudo e igual a todos:
Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura
Porque não são sonhos.
Estou assim...
Pobre velha casa da minha infância perdida!
Quem te diria que eu me desacolhesse tanto!
Que é do teu menino? Está maluco.
Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano?
Está maluco.
Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou.
Se ao menos eu tivesse uma religião qualquer!
Por exemplo, por aquele manipanso
Que havia em casa, lá nessa, trazido de África.
Era feiíssimo, era grotesco,
Mas havia nele a divindade de tudo em que se crê.
Se eu pudesse crer num manipanso qualquer —
Júpiter, Jeová, a Humanidade —
Qualquer serviria,
Pois o que é tudo senão o que pensamos de tudo?
Estala, coração de vidro pintado!
Ouça
Esta velha angústia,
Esta angústia que trago há séculos em mim,
Transbordou da vasilha,
Em lágrimas, em grandes imaginações,
Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror,
Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.
Transbordou.
Mal sei como conduzir-me na vida
Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma!
Se ao menos endoidecesse deveras!
Mas não: é este estar entre,
Este quase,
Este poder ser que...,
Isto.
Um internado num manicômio é, ao menos, alguém,
Eu sou um internado num manicômio sem manicômio.
Estou doido a frio,
Estou lúcido e louco,
Estou alheio a tudo e igual a todos:
Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura
Porque não são sonhos.
Estou assim...
Pobre velha casa da minha infância perdida!
Quem te diria que eu me desacolhesse tanto!
Que é do teu menino? Está maluco.
Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano?
Está maluco.
Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou.
Se ao menos eu tivesse uma religião qualquer!
Por exemplo, por aquele manipanso
Que havia em casa, lá nessa, trazido de África.
Era feiíssimo, era grotesco,
Mas havia nele a divindade de tudo em que se crê.
Se eu pudesse crer num manipanso qualquer —
Júpiter, Jeová, a Humanidade —
Qualquer serviria,
Pois o que é tudo senão o que pensamos de tudo?
Estala, coração de vidro pintado!
Ouça
quinta-feira, 12 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
Um lugar de tirar o fôlego
Museu Dali, em Figueras
Sala Mae West
Localizado em Figueras (136 km de Barcelona), cidade natal de Salvador Dali, o museu ocupa um casarão que abrigou um teatro bombardeado durante a Guerra Civil Espanhola. Aberto em 1974, abriga a maior e mais diversificada coleção de obras do artista, incluindo esculturas, colagens e mobiliário. Os restos mortais de Dalí estão enterrados lá.
Estive no Museu Dali em 1995. É um dos lugares mais impressionantes que conheci.
http://www.salvador-dali.org/museus/figueres/index.html
http://www.youtube.com/watch?v=lawUeiMYNyw
Sala Mae WestLocalizado em Figueras (136 km de Barcelona), cidade natal de Salvador Dali, o museu ocupa um casarão que abrigou um teatro bombardeado durante a Guerra Civil Espanhola. Aberto em 1974, abriga a maior e mais diversificada coleção de obras do artista, incluindo esculturas, colagens e mobiliário. Os restos mortais de Dalí estão enterrados lá.
Estive no Museu Dali em 1995. É um dos lugares mais impressionantes que conheci.
http://www.salvador-dali.org/museus/figueres/index.html
http://www.youtube.com/watch?v=lawUeiMYNyw
segunda-feira, 9 de março de 2009
Gisella, uma deliciosa descoberta

A passagem de Gisella
por Carlos Calado
De vez em quando, a vida nos oferece a oportunidade de trilhar um caminho inesperado. Algo semelhante aconteceu com Gisella Gonçalves. Treze anos atrás, ela se afastou da cena musical de Belo Horizonte, onde atuava como cantora, para seguir uma bem-sucedida carreira de executiva na área de comércio exterior. No entanto, a paixão pela música foi mais forte: com uma boa dose de coragem e o incentivo de antigos parceiros do meio musical, ela decidiu retomar a carreira de cantora, aos 39 anos. Leia mais
http://www.gisella.com.br/
http://www.youtube.com/watch?v=WG2R81zuEm4
http://www.youtube.com/watch?v=p_Vj-ShcaXs
http://www.youtube.com/watch?v=tntzYkLMQ2Q
quinta-feira, 5 de março de 2009
O leitor e a vergonha
Por Dulce Critelli
Anos 50. Um garoto de 15 anos, classe média, apaixona-se por uma mulher com o dobro da sua idade. Ela é pobre, cobradora de bonde. Rude, séria, inicia-o numa vida onde cabem sexo, amor, interesses comuns.
Ele lê para ela. Ela o faz saber que ele é bom leitor. Ele nada sabe da vida dela. Talvez por isso não entenda por que um dia ela vai embora, sem despedida, sem recado.
Anos mais tarde, estudante de direito, ele assiste a um julgamento. Para sua surpresa, ela é uma das acusadas. Ao longo das sessões, descobre que ela é analfabeta. E, também, a vergonha que ela sente. Para encobri-la, ela assume sozinha a culpa de crimes pelos quais ela e outras mulheres são julgadas.
Ele poderia ter dito o que sabia, mas se cala para não se tornar o agente da exposição da vergonha dela. E para não revelar o que viera escondendo: que a conhecia e a amara.
A vergonha dele era mais superficial: não queria ser desqualificado pelos outros se soubessem de suas relações com ela. A dela era uma vergonha estrutural, uma vergonha de si.
Ser analfabeta a desfigurava no mais profundo do seu ser.
Ambos se calam diante do que os envergonha. Mas, se ela silencia sobre o que pode afetar seu próprio destino, ele silencia sobre o que pode mudar o dela.
O analfabetismo dela a mantém ignorante sobre o que se passa no mundo e sobre o real alcance de suas decisões. Quase a desculpa. Assim como sua prisão quase a absolve. Mas o saber dele o condena a uma culpa sem perdão nem liberdade.
"O Leitor" é um grande filme. O nazismo é seu pano de fundo, mas esse acontecimento poderia ser substituído por outro sem mudar a história. É um bom filme porque a questão central é a de todos nós.
Quem não experimentou alguma vergonha profunda em relação a si mesmo? Quem, para esconder aquilo de que se envergonhou, não agiu contra si mesmo? E contra os outros?
Quem não agiu e, portanto, não determinou seu destino por ignorância dos fatos?
Quem de nós não se omitiu diante de algo que poderia interferir favoravelmente no destino de outra pessoa? A questão central do filme gira em torno do que torna dramática a existência humana: o fato de que tudo o que fazemos (e dizemos) é fruto de uma escolha e tem consequências.
Mesmo quando nos calamos ou nos omitimos. Mesmo quando as consequências não foram intencionais.
Em dois momentos, no filme, uma tese se afirma: não importa o que sentimos ou o que pensamos, mas o que fazemos.
Não importa mesmo. O que se passa dentro de nós não tem expressão no mundo. Só nossos atos e suas consequências aparecem e, deste modo, existem, porque há um leitor, um expectador que descubra algum sentido para o que fazemos. Portanto, para quem somos.
Dos nossos sentimentos, pensamentos e intenções, só nós sabemos. Somos seus únicos leitores. Que outra explicação para as vergonhas que sentimos? Ou para as culpas que carregamos?
DULCE CRITELLI , terapeuta existencial e professora de filosofia da PUC-SP, é autora de "Educação e Dominação Cultural" e "Analítica do Sentido" e coordenadora do Existentia - Centro de Orientação e Estudos da Condição Humana
dulcecritelli@existentia.com.br
[...] SE ELA SILENCIA SOBRE O QUE PODE AFETAR SEU PRÓPRIO DESTINO, ELE SILENCIA SOBRE O QUE PODE MUDAR O DELA
Anos 50. Um garoto de 15 anos, classe média, apaixona-se por uma mulher com o dobro da sua idade. Ela é pobre, cobradora de bonde. Rude, séria, inicia-o numa vida onde cabem sexo, amor, interesses comuns.
Ele lê para ela. Ela o faz saber que ele é bom leitor. Ele nada sabe da vida dela. Talvez por isso não entenda por que um dia ela vai embora, sem despedida, sem recado.
Anos mais tarde, estudante de direito, ele assiste a um julgamento. Para sua surpresa, ela é uma das acusadas. Ao longo das sessões, descobre que ela é analfabeta. E, também, a vergonha que ela sente. Para encobri-la, ela assume sozinha a culpa de crimes pelos quais ela e outras mulheres são julgadas.
Ele poderia ter dito o que sabia, mas se cala para não se tornar o agente da exposição da vergonha dela. E para não revelar o que viera escondendo: que a conhecia e a amara.
A vergonha dele era mais superficial: não queria ser desqualificado pelos outros se soubessem de suas relações com ela. A dela era uma vergonha estrutural, uma vergonha de si.
Ser analfabeta a desfigurava no mais profundo do seu ser.
Ambos se calam diante do que os envergonha. Mas, se ela silencia sobre o que pode afetar seu próprio destino, ele silencia sobre o que pode mudar o dela.
O analfabetismo dela a mantém ignorante sobre o que se passa no mundo e sobre o real alcance de suas decisões. Quase a desculpa. Assim como sua prisão quase a absolve. Mas o saber dele o condena a uma culpa sem perdão nem liberdade.
"O Leitor" é um grande filme. O nazismo é seu pano de fundo, mas esse acontecimento poderia ser substituído por outro sem mudar a história. É um bom filme porque a questão central é a de todos nós.
Quem não experimentou alguma vergonha profunda em relação a si mesmo? Quem, para esconder aquilo de que se envergonhou, não agiu contra si mesmo? E contra os outros?
Quem não agiu e, portanto, não determinou seu destino por ignorância dos fatos?
Quem de nós não se omitiu diante de algo que poderia interferir favoravelmente no destino de outra pessoa? A questão central do filme gira em torno do que torna dramática a existência humana: o fato de que tudo o que fazemos (e dizemos) é fruto de uma escolha e tem consequências.
Mesmo quando nos calamos ou nos omitimos. Mesmo quando as consequências não foram intencionais.
Em dois momentos, no filme, uma tese se afirma: não importa o que sentimos ou o que pensamos, mas o que fazemos.
Não importa mesmo. O que se passa dentro de nós não tem expressão no mundo. Só nossos atos e suas consequências aparecem e, deste modo, existem, porque há um leitor, um expectador que descubra algum sentido para o que fazemos. Portanto, para quem somos.
Dos nossos sentimentos, pensamentos e intenções, só nós sabemos. Somos seus únicos leitores. Que outra explicação para as vergonhas que sentimos? Ou para as culpas que carregamos?
DULCE CRITELLI , terapeuta existencial e professora de filosofia da PUC-SP, é autora de "Educação e Dominação Cultural" e "Analítica do Sentido" e coordenadora do Existentia - Centro de Orientação e Estudos da Condição Humana
dulcecritelli@existentia.com.br
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Auto-ajuda para a auto-ajuda
Aos 40 anos os homens costumam se tornar hipocondríacos. Não sou exceção.
Aquelas pontadas lancinantes na cabeça não podem ser simplesmente uma inocente dor de cabeça. AVC na certa! O filho do meu antigo senhorio morreu assim. Acabara de se formar e bateu as botas com 23 anos.
Do futebol com os amigos fugi há muito tempo. Na verdade nem precisei me empenhar muito, pois com o passar dos anos torna-se praticamente impossível reunir 10 amigos para fazer qualquer coisa. Mas como sempre gostei de bater uma bolinha, de vez em quando sonho acordado com uma grande jogada: domino no peito no meio de campo, meto uma caneta no primeiro marcador, toco de lado e me lanço como um bólido na ponta esquerda para receber a criança e mandar no ângulo, de três dedos. Só de pensar meu coração dispara e começo a suar frio. Saravá! Seria infarto na certa.
Outro dia vi uma reportagem sobre câncer de mama em homens. Raríssimo, mas cada dia mais frequente. Comecei a achar que havia algo estranho com meus mamilos. Tudo é meio ridículo, pois apesar de achar mesmo que posso ter uma doença, quando fico com essas neuras logo vejo que é uma babaquice. Mas a coisa fica martelando.
Homem nunca gostou de ir ao médico. Recentemente o Ministério da Saúde fez uma campanha pedindo para as mulheres levarem os maridos para ver o doutor. Acho que a Internet piorou as coisas. É uma delícia consultar o google e em segundos sair da mais completa ignorância para um conhecimento quase professoral. Quando eu era moleque precisava recorrer aos catataus da Barsa...
Como os homens identificam câncer de mama, foi o que digitei. Mas antes de clicar ok para iniciar a busca, dei uma olhada na caixa que abriu, com os resultados mais frequentes para buscas semelhantes. Dois deles me chamaram a atenção: como os homens pensam (1.150.000 resultados) e como os homens se masturbam (157.000 resultados). O primeiro me deixou preocupado. Será que depois de esgotar todas as possibilidades - terapia, pai de santo, tarólogo, numerólogo, terapeuta de vidas passadas, cartomante, leitor de borra de café etc.), sem saber mais o que fazer, as mulheres estão tentando entender os homens por meio do google?
Mas confesso que me interessei mais pelo segundo tema. Alguém tentaria aprender a se masturbar no google? O pau não vem com manual de instruções, mas o instinto acaba sempre predominando. Ou não?
Como não tinha porra nenhuma para fazer -é figura de linguagem, ok?-, pois botaram o pau na roda de um trabalho de estou tocandoMovido pela curiosidade científica, cliquei nos resultados. Pensei que encontraria uma infinidade de blogs de moleques espinhentos, mas o primeiro link era de um site chamado "Casamento & Cia - o portal do casal".
Entrei no tal site e encontrei o texto abaixo:
Como os homens se masturbam?
O método mais comum de masturbação masculina a partir da adolescência é a estimulação ao redor da glande, envolvendo o pênis com os dedos e movimentando a mão para baixo e para cima, como um bombeamento.
A principal estimulação é feita pelo polegar e pelo dedo indicador, mas os dedos circundam o pênis com graus variados de pressão.
Alguns homens usam a outra mão para estimular o escroto, ânus ou outras partes de seus corpos.
Muitos homens se controlam num certo estágio da masturbação para prolongar o prazer.
Outros chegam bem perto do orgasmo, param e repetem tudo de novo.
Alguns até interrompem totalmente a masturbação nessa hora, levantam-se e fazem alguma coisa para se distrair e recomeçar mais tarde.
A quantidade de pressão utilizada é uma questão de gosto, alguns homens usam mais do que outros. O importante é não pressionar muito, pois o pênis pode ficar dolorido.
Outra forma de masturbação consiste em deitar-se de bruços e usar a palma da mão para pressionar o pênis no colchão, reproduzindo os movimentos do corpo no ato sexual.
Fiquei perplexo. O que esses caras andam ensinando para as pobres noivas?
Fechei o navegador e resolvi parar com essa boiolice. Que câncer de mama, que nada.
PS: a "matéria" acima, "publicada pelo C&Cia para melhorar seu namoro, noivado, casamento e ajudar as noivas e casais" está disponível em http://www.casamentoecia.com.br/index.php?option=com_vidaadois_sexo&content=outras&id=130
PS2: No Casamento & Cia não havia nada sobre o que os homens pensam.
Aquelas pontadas lancinantes na cabeça não podem ser simplesmente uma inocente dor de cabeça. AVC na certa! O filho do meu antigo senhorio morreu assim. Acabara de se formar e bateu as botas com 23 anos.
Do futebol com os amigos fugi há muito tempo. Na verdade nem precisei me empenhar muito, pois com o passar dos anos torna-se praticamente impossível reunir 10 amigos para fazer qualquer coisa. Mas como sempre gostei de bater uma bolinha, de vez em quando sonho acordado com uma grande jogada: domino no peito no meio de campo, meto uma caneta no primeiro marcador, toco de lado e me lanço como um bólido na ponta esquerda para receber a criança e mandar no ângulo, de três dedos. Só de pensar meu coração dispara e começo a suar frio. Saravá! Seria infarto na certa.
Outro dia vi uma reportagem sobre câncer de mama em homens. Raríssimo, mas cada dia mais frequente. Comecei a achar que havia algo estranho com meus mamilos. Tudo é meio ridículo, pois apesar de achar mesmo que posso ter uma doença, quando fico com essas neuras logo vejo que é uma babaquice. Mas a coisa fica martelando.
Homem nunca gostou de ir ao médico. Recentemente o Ministério da Saúde fez uma campanha pedindo para as mulheres levarem os maridos para ver o doutor. Acho que a Internet piorou as coisas. É uma delícia consultar o google e em segundos sair da mais completa ignorância para um conhecimento quase professoral. Quando eu era moleque precisava recorrer aos catataus da Barsa...
Como os homens identificam câncer de mama, foi o que digitei. Mas antes de clicar ok para iniciar a busca, dei uma olhada na caixa que abriu, com os resultados mais frequentes para buscas semelhantes. Dois deles me chamaram a atenção: como os homens pensam (1.150.000 resultados) e como os homens se masturbam (157.000 resultados). O primeiro me deixou preocupado. Será que depois de esgotar todas as possibilidades - terapia, pai de santo, tarólogo, numerólogo, terapeuta de vidas passadas, cartomante, leitor de borra de café etc.), sem saber mais o que fazer, as mulheres estão tentando entender os homens por meio do google?
Mas confesso que me interessei mais pelo segundo tema. Alguém tentaria aprender a se masturbar no google? O pau não vem com manual de instruções, mas o instinto acaba sempre predominando. Ou não?
Entrei no tal site e encontrei o texto abaixo:
Como os homens se masturbam?
O método mais comum de masturbação masculina a partir da adolescência é a estimulação ao redor da glande, envolvendo o pênis com os dedos e movimentando a mão para baixo e para cima, como um bombeamento.
A principal estimulação é feita pelo polegar e pelo dedo indicador, mas os dedos circundam o pênis com graus variados de pressão.
Alguns homens usam a outra mão para estimular o escroto, ânus ou outras partes de seus corpos.
Muitos homens se controlam num certo estágio da masturbação para prolongar o prazer.
Outros chegam bem perto do orgasmo, param e repetem tudo de novo.
Alguns até interrompem totalmente a masturbação nessa hora, levantam-se e fazem alguma coisa para se distrair e recomeçar mais tarde.
A quantidade de pressão utilizada é uma questão de gosto, alguns homens usam mais do que outros. O importante é não pressionar muito, pois o pênis pode ficar dolorido.
Outra forma de masturbação consiste em deitar-se de bruços e usar a palma da mão para pressionar o pênis no colchão, reproduzindo os movimentos do corpo no ato sexual.
Fiquei perplexo. O que esses caras andam ensinando para as pobres noivas?
Fechei o navegador e resolvi parar com essa boiolice. Que câncer de mama, que nada.
PS: a "matéria" acima, "publicada pelo C&Cia para melhorar seu namoro, noivado, casamento e ajudar as noivas e casais" está disponível em http://www.casamentoecia.com.br/index.php?option=com_vidaadois_sexo&content=outras&id=130
PS2: No Casamento & Cia não havia nada sobre o que os homens pensam.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Elis e Adoniran
Encontro de Adoniran Barbosa e Elis Regina. Músicas: "Iracema", "Um samba no Bexiga" e "Saudosa Maloca". Bar da Carmela Bairro: Bexiga Cidade: São Paulo 1978
Mais adoniran:
http://www.youtube.com/watch?v=D8ZBxlSFnjY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=HlkJyInsjUg&NR=1
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Camilices: Papai, existe princesa de verdade?

Como toda menina bombardeada pela Disney, Camila adora princesas. Aos cinco anos, também tem a curiosidade à flor da pele. Outro dia ela me perguntou:
-Papai, existe princesa de verdade?
-Existe, filha.
-De verdade mesmo? Elas moram em castelos? Casam com príncipes, que nem a Cinderela?
-É, mais ou menos assim, filha.
-E como elas se chamam? Onde elas moram?
De bate pronto, a primeira princesa que me veio à cabeça foi Diana.
-Há alguns anos havia uma princesa chamada Diana, que casou com o príncipe Charles, do Reino Unido.
-E o príncipe Charles é lindo, papai?
-Hummmmmmm...não. Ele é bem feio. Mas a Diana era bem bonita e pessoas do mundo inteiro foram ao casamento deles.
-E eles foram muito felizes, papai?
-Hummmmmmm...mais ou menos. Eles ficaram casados alguns anos, tiveram dois filhos e depois se separaram, filha. Assim como o papai e a mamãe...
-E ela ficou chorando na torre do castelo?
-Não! Ela arrumou um namorado novo e...
-E aí eles foram felizes para sempre?
-Não, eles morreram em um acidente de carro.
Camila ficou perplexa.
-Morreram? Coitadinhos.
Tentei contornar a situação.
-Mas há outras princesas. Recentemente a princesa Rania, de um país chamado Jordânia, esteve no Brasil. Ah, e a mais famosa das princesas se chamava Grace Kelly.
A história dela é bacana. Ela era atriz de cinema. Linda. Até que o príncipe Ranier, de Mônaco, se apaixonou por ela. Ela largou a carreira de atriz e se casou com ele.
-E eles foram felizes para sempre?
Travei.
-O que foi, papai? Eles também se separaram?
-Não...ela morreu em um acidente de carro.
-Papai!!!???
-Bom, filha, vamos comprar um sorvete?
Infelizmente, um dia a Camila descobrirá que as pessoas - até mesmo as princesas - só são felizes para sempre nos contos de fadas.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Baú de preciosidades
Acervo Hermínio Bello de Carvalho

Propagador das idéias de valorização da brasilidade divulgadas por Mário de Andrade e Heitor Villa-Lobos, o poeta, compositor e produtor Hermínio Bello de Carvalho sempre procurou resgatar obras e artistas esquecidos, ao mesmo tempo em que projetava novos nomes.
O projeto Acervo Hermínio Bello de Carvalho organizou, catalogou e digitalizou mais de 10 mil itens de sua coleção, entre arquivos de foto, áudio e texto.
www.acervohbc.com.br

Propagador das idéias de valorização da brasilidade divulgadas por Mário de Andrade e Heitor Villa-Lobos, o poeta, compositor e produtor Hermínio Bello de Carvalho sempre procurou resgatar obras e artistas esquecidos, ao mesmo tempo em que projetava novos nomes.
O projeto Acervo Hermínio Bello de Carvalho organizou, catalogou e digitalizou mais de 10 mil itens de sua coleção, entre arquivos de foto, áudio e texto.
www.acervohbc.com.br
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Diálogos surreais: Telefônica
- Telefônica, Edilaine, boa tarde, em que posso ajudá-lo?
- Boa tarde, Edilaine. Meu nome é Alfredo, eu sou assinante. O número do meu telefone foi alterado sem a minha autorização e eu preciso saber o novo número.
- Senhor, as alterações de número só são feitas a pedido do assinante.
- Pois é. Como é mesmo seu nome?
- Edilaine, Senhor.
- Pois é, Edilaine. Só que a minha ex-mulher, que hoje mora na minha casa e utiliza o meu telefone, resolveu mudar o número para que eu não ligasse mais para lá. Ela mudou o número do meu telefone sem a minha autorização, você entende, Edilaine?
- Senhor, as alterações de número só podem ser feitas pelo assinante, mediante a confirmação de dados cadastrais que só são de seu conhecimento.
- Pois é, Edilaine. Mas a minha ex-mulher, que não sou eu, conseguiu trocar o número. E eu nem estou puto com isso. Até deveria, pois a Telefônica fez uma coisa que não poderia ter feito. Mas tudo bem. Edilaine, só me informe o número novo para que eu possa ligar para a minha filha.
- Eu não posso informar o novo número, Senhor.
- Como assim, Edilaine?
- Senhor, o assinante pediu que o novo número não fosse divulgado...
Até então eu estava inacreditavelmente calmo. Acho que as patuscadas da minha ex-mulher estavam me tornando uma pessoa mais tolerante. Mas tudo tem limite.
- MINHA FILHA, A PORRA DO ASSINANTE SOU EU. EU NÃO PEDI PARA MUDAR PORRA DE NÚMERO NENHUM, ENTÃO COMO É QUE EU POSSO TER PROIBIDO ALGUMA COISA???
- Entendo, Senhor. Mas não posso fazer nada. São as normas.
- QUE NORMAS O CACETE. SERÁ QUE EU VOU TER QUE PERDER O MEU TEMPO PROCESSANDO ESSA EMPRESA DE MERDA?
Quanto mais eu berrava, mais a Edilaine ficava calma, o que me deixou à beira de um colapso nervoso.
- O Senhor deseja mais alguma informação, Senhor Alfredo?
- NÃO, EDILAINE, SÓ DESEJO A PORRA DO NOVO NÚMERO QUE VOCÊS ALTERARAM SEM A MINHA AUTORIZAÇÃO.
- Como eu já disse, Senhor, não é possível atender à sua solicitação, pois o assinante não permite a divulgação do novo número.
- CRIATURA, O QUE EU PRECISO FAZER PARA QUE VOCÊ ENTENDA QUE O DESGRAÇADO DO ASSINANTE SOU EU? SOU EU, EDILAINE, ENTENDEU?
POR FAVOR, TRANSFIRA A LIGAÇÃO PARA O SEU SUPERIOR. E PELAMORDEDEUS, NEM PENSE EM FAZER A LINHA CAIR, HEIM?
- Perfeitamente, Senhor. Um momento.
Minutos depois, quando eu já estava certo de que a Edilaine derrubaria minha ligação, surge a Gláucia.
- Boa tarde, Senhor. Em que posso ajudá-lo?
- Gláucia, espero que a Edilaine tenha te explicado o meu problema e que você possa me informar o novo número do telefone, cuja alteração eu não solicitei.
- Infelizmente eu não posso, Senhor. O assinante proíbe a divulgação.
- PROÍBE O CACETE, MINHA FILHA. EU SOU O ASSINANTE. EU NÃO AUTORIZEI NADA E NÃO POSSO TER PROIBIDO NADA. VOCÊS ATENDERAM A UM PEDIDO DA LOUCA DA MINHA EX-MULHER E FIZERAM O QUE NÃO DEVERIAM TER FEITO. AGORA, ALÉM DISSO, VOCÊS NÃO VÃO ME DIZER O NÚMERO? EU SOU O ASSINANTE. EU, EU, ENTENDEU, EDILAINE?
- Meu nome é Gláucia, Senhor.
- QUE SE DANE O SEU NOME. QUERO A PORRA DO NÚMERO DO MEU TELEFONE.
- Não será possível, Senhor.
- MINHA FILHA, QUE TAL SE VOCÊ CONFIRMAR OS MEUS DADOS CADASTRAIS? MEU RG É TAL, MEU CPF É TAL, O NÚMERO DA MINHA CUECA É TAL.
- Não adianta. Quem me garante que o Senhor é o Senhor?
Naquele momento eu me senti o próprio Kafka. Não havia mais saída. Um muro intransponível surgiu diante do meu nariz.
Para tornar a situação ainda mais surreal, eis que toca o meu celular. Não reconheço o número, mas atendo. Precisava de alguns instantes para pensar em uma resposta para a Gláucia. Era a minha ex-mulher, ligando do meu novo telefone.
- Gláucia, querida, o novo número é 3831-XPTO?
Sem conseguir disfarçar a surpresa, ela sussurra:
- Isso mesmo, Senhor.
- Ok, então VÁ PARA A PUTAQUEAPARIU E LEVE A EDILAINE JUNTO. O ASSINANTE ESTÁ AUTORIZANDO. Boa tarde!
- Boa tarde, Edilaine. Meu nome é Alfredo, eu sou assinante. O número do meu telefone foi alterado sem a minha autorização e eu preciso saber o novo número.
- Senhor, as alterações de número só são feitas a pedido do assinante.
- Pois é. Como é mesmo seu nome?
- Edilaine, Senhor.
- Pois é, Edilaine. Só que a minha ex-mulher, que hoje mora na minha casa e utiliza o meu telefone, resolveu mudar o número para que eu não ligasse mais para lá. Ela mudou o número do meu telefone sem a minha autorização, você entende, Edilaine?
- Senhor, as alterações de número só podem ser feitas pelo assinante, mediante a confirmação de dados cadastrais que só são de seu conhecimento.
- Pois é, Edilaine. Mas a minha ex-mulher, que não sou eu, conseguiu trocar o número. E eu nem estou puto com isso. Até deveria, pois a Telefônica fez uma coisa que não poderia ter feito. Mas tudo bem. Edilaine, só me informe o número novo para que eu possa ligar para a minha filha.
- Eu não posso informar o novo número, Senhor.
- Como assim, Edilaine?
- Senhor, o assinante pediu que o novo número não fosse divulgado...
Até então eu estava inacreditavelmente calmo. Acho que as patuscadas da minha ex-mulher estavam me tornando uma pessoa mais tolerante. Mas tudo tem limite.
- MINHA FILHA, A PORRA DO ASSINANTE SOU EU. EU NÃO PEDI PARA MUDAR PORRA DE NÚMERO NENHUM, ENTÃO COMO É QUE EU POSSO TER PROIBIDO ALGUMA COISA???
- Entendo, Senhor. Mas não posso fazer nada. São as normas.
- QUE NORMAS O CACETE. SERÁ QUE EU VOU TER QUE PERDER O MEU TEMPO PROCESSANDO ESSA EMPRESA DE MERDA?
Quanto mais eu berrava, mais a Edilaine ficava calma, o que me deixou à beira de um colapso nervoso.
- O Senhor deseja mais alguma informação, Senhor Alfredo?
- NÃO, EDILAINE, SÓ DESEJO A PORRA DO NOVO NÚMERO QUE VOCÊS ALTERARAM SEM A MINHA AUTORIZAÇÃO.
- Como eu já disse, Senhor, não é possível atender à sua solicitação, pois o assinante não permite a divulgação do novo número.
- CRIATURA, O QUE EU PRECISO FAZER PARA QUE VOCÊ ENTENDA QUE O DESGRAÇADO DO ASSINANTE SOU EU? SOU EU, EDILAINE, ENTENDEU?
POR FAVOR, TRANSFIRA A LIGAÇÃO PARA O SEU SUPERIOR. E PELAMORDEDEUS, NEM PENSE EM FAZER A LINHA CAIR, HEIM?
- Perfeitamente, Senhor. Um momento.
Minutos depois, quando eu já estava certo de que a Edilaine derrubaria minha ligação, surge a Gláucia.
- Boa tarde, Senhor. Em que posso ajudá-lo?
- Gláucia, espero que a Edilaine tenha te explicado o meu problema e que você possa me informar o novo número do telefone, cuja alteração eu não solicitei.
- Infelizmente eu não posso, Senhor. O assinante proíbe a divulgação.
- PROÍBE O CACETE, MINHA FILHA. EU SOU O ASSINANTE. EU NÃO AUTORIZEI NADA E NÃO POSSO TER PROIBIDO NADA. VOCÊS ATENDERAM A UM PEDIDO DA LOUCA DA MINHA EX-MULHER E FIZERAM O QUE NÃO DEVERIAM TER FEITO. AGORA, ALÉM DISSO, VOCÊS NÃO VÃO ME DIZER O NÚMERO? EU SOU O ASSINANTE. EU, EU, ENTENDEU, EDILAINE?
- Meu nome é Gláucia, Senhor.
- QUE SE DANE O SEU NOME. QUERO A PORRA DO NÚMERO DO MEU TELEFONE.
- Não será possível, Senhor.
- MINHA FILHA, QUE TAL SE VOCÊ CONFIRMAR OS MEUS DADOS CADASTRAIS? MEU RG É TAL, MEU CPF É TAL, O NÚMERO DA MINHA CUECA É TAL.
- Não adianta. Quem me garante que o Senhor é o Senhor?
Naquele momento eu me senti o próprio Kafka. Não havia mais saída. Um muro intransponível surgiu diante do meu nariz.
Para tornar a situação ainda mais surreal, eis que toca o meu celular. Não reconheço o número, mas atendo. Precisava de alguns instantes para pensar em uma resposta para a Gláucia. Era a minha ex-mulher, ligando do meu novo telefone.
- Gláucia, querida, o novo número é 3831-XPTO?
Sem conseguir disfarçar a surpresa, ela sussurra:
- Isso mesmo, Senhor.
- Ok, então VÁ PARA A PUTAQUEAPARIU E LEVE A EDILAINE JUNTO. O ASSINANTE ESTÁ AUTORIZANDO. Boa tarde!
Um Lugar de tirar o fôlego
Museu de Arte Contemporânea de Niterói

O museu do Oscar só tem um problema: inevitavelmente ele chama mais a atenção dos visitantes do que as obras em exposição.
http://www.macniteroi.com.br/

O museu do Oscar só tem um problema: inevitavelmente ele chama mais a atenção dos visitantes do que as obras em exposição.
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